sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Divagando

Nesses dias tenho me questionado... Quanto tempo uma dor pode doer? Quantas vezes podemos superar algo e descobrir que, na verdade, não superamos nada? Quantas vezes é preciso deixar algo pra trás para, finalmente, deixar de ser perseguido por fantasmas?
Quanto é preciso lutar? Ou devemos nos resignar diante no incompreensível? Deixar pra lá? Talvez assim pare de doer.
E quando a gente põe pra fora, tenta entender, busca motivos... Há algo que nos diz: se acalme. O que há de ser será, na hora certa.

Às vezes, não conseguimos respostas para nossas questões porque, na condição em que estamos, não seríamos capazes de suportá-las.

Há alguns dias eu conheci a maior coisa do mundo e isso me fez olhar pro abismo de mim mesma... No primeiro momento, o abismo assusta - aterroriza -, mas logo ele nos olha de volta, como já disse um filósofo, e então encontramo-nos.