sábado, 22 de agosto de 2015

Espontâneo e sem correções

Lendo os escritos de outrora, percebo... quanto cresci! Quanto amadureci!
Como passa o tempo! Como passam as dores, antes, incuráveis! Como passam os dias intermináveis...
Hoje já não sinto saudade, angustia ou fraqueza... sinto-me forte pois tenho tido a coragem de SER genuinamente!
Aprendi a ver as coisas de uma forma diferente: o que antes me tornava fraca, hoje, me fortalece. Não tenho mais medo de sentir... tenho medo é de não sentir, de não compreender, medo de deixar de lado o que realmente importa, o que realmente quero, o que realmente sou.
Tenho me libertado de tudo o que prende, limita, sufoca.
Tenho me libertado do que me frustra para ir além... Além do que já sou, do que já fui... Pois a vida é um constante “tornar-se”.
É bonito pensar em como me transformei, em como superei as dificuldades, em como enfrentei o que julgava maior do que eu... e hoje percebo que não há nada nem ninguém que mereça mais investimento do que aquilo que somos verdadeiramente, aquilo que gostamos e queremos.
Há quem diga que a felicidade não existe, que é apenas ilusão... eu gosto de pensar no conceito de Plenitude: “estado do que é inteiro, completo; totalidade, integridade”, e é isso o que quero pra mim.

Um comentário:

  1. Como leitor de tempos atrás, digo apenas: Sempre soube que chegaria a essa maturidade e teria a consciência de todo o processo.

    Felicidade é o que você souber sentir, a definição é subjetiva. E isso você também já domina.

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